Ele perguntou quem era a menina de azul. Era o primeiro aniversário de um primo em comum, o mais novo membro da família. Há muito não se viam, ou pelo menos, ele nunca havia reparado nela. Talvez porque no encontro anterior, no final da copa do mundo, estivessem todos atentos aos penaltis contra a Itália, ou então ela fosse muito criança para lhe chamar a atenção.
Ela tinha agora 11 anos, mas já não possuia a feição infantil que muitas vezes as meninas dessa idade tem. Ela era uma mocinha. Num dado momento ele ofereceu-lhe um beijinho, ela sentiu um rubor na face, mas ele se referia aquele docinho feito com coco, comum nas festas infantis.
Agora já era noite, a maioria dos convidados foram embora, eles dormiriam ali para pegar estrada no dia seguinte. Jogaram baralho, brincaram, contaram piadas noite a dentro. Ela tinha os pés frios e ele tentava esquenta-los. Ela se encantara por ele. Tentava ficar perto, chamar a atenção, já estava cheia de ciúmes e não podia desgrudar seus olhos daquele sorriso, seguindo-o a todo lugar.
Trocaram endereços, telefones, e combinaram de se ver nas férias.
Aquela foi a primeira de muitas despedias, com sabor de beijinho, aquele doce de coco...
Agora já era noite, a maioria dos convidados foram embora, eles dormiriam ali para pegar estrada no dia seguinte. Jogaram baralho, brincaram, contaram piadas noite a dentro. Ela tinha os pés frios e ele tentava esquenta-los. Ela se encantara por ele. Tentava ficar perto, chamar a atenção, já estava cheia de ciúmes e não podia desgrudar seus olhos daquele sorriso, seguindo-o a todo lugar.
Trocaram endereços, telefones, e combinaram de se ver nas férias.
Aquela foi a primeira de muitas despedias, com sabor de beijinho, aquele doce de coco...

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