Ontem acordei tão eu, fui trabalhar de moletom e allstar. Como é bom se reconhecer ao olhar o espelho! Há muito isso não acontecia. Caminhei até o ponto de ônibus, sentei no meio fio e esperei. Senti-me leve e deu vontade de escrever, mas ao vasculhar a bolsa não encontrei nem papel nem caneta.
"Dizem q sou louco por pensar assim..." ...e é assim q este blogg começa, como q refletido num prisma irregular, de uma vaga existência em "dias assim, dias de chuva, dias de sol... e o q sinto não sei dizer. É tão estranho..."
07 outubro 2013
"Ela pára e fica ali parada, olha-se para nada..."
17 de junho de 2013 às 16:55
Sabe aquele dia em que você acorda e tem a certeza que encontrou o amor da sua vida, e crê que dessa vez tudo conspirava a favor. Então você passa a viver como na música do Barão Vermelho, muda de nome, vive em greve de fome, o que for preciso, tudo, tudo pra não perdê-lo de vista, afinal, é o amor da sua vida, e isso a gente não encontra todo dia. E a história é toda linda, diferente, inusitada, dava até pra escrever um livro. Você enche o facebook de fotos de vocês dois, fotos lindas e todo mundo diz "que casal bonito, vocês combinam tanto".
Mas os dias vão passando, passando... e os sms que diziam "penso em você toda hora" não chegam mais, e nenhum "boa noite", nenhum =*,
<3 acabou.="" acabou="" acha="" adaptam.="" afinal="" ainda="" ali.="" ama="" amigos.="" as="" assim="" atitudes="" atribui="" bate="" bem="" br="" com="" cometidas="" concili="" concorda="" convence="" cora="" d="" de="" descomunal.="" diferentes="" dirige="" distra="" diz="" do="" e="" ele="" em="" ent="" entende="" entender="" est="" eu="" faltas="" foi="" forte="" gira="" homem="" jeito="" mais.="" mais="" mas="" mau-humor.="" mesmo.="" mesmo="" metro="" mundo="" n="" nada.="" nenhuma="" o.="" o="" objetivos="" olha="" omo="" ouve="" palavra="" pessoas="" por="" quando="" que="" quil="" repente="" s="" se="" sem="" sempre="" ser="" seus="" sinto="" tempo="" teu="" todas="" tristeza.="" tua="" tuas="" tudo="" uma="" vai="" vamos="" vel.="" velocidade="" voc="">Os dias passam e você ainda não aceita, não entende. Os sonhos, os planos, estilhaços no chão. E você não quer fechar a porta, porque acha que no final da escada ele vai mudar de ideia e vai voltar. Mas ele não volta. E você fica esperando o telefone tocar. Mas ele não toca. E então você tenta se convencer que os planos eram só seus, os sonhos eram só seus, o amor era só seu. Mas não consegue.
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"Quando eu lhe dizia: "Eu me apaixono todo dia e é sempre a pessoa errada."
12 de junho de 2013 às 23:20
Minha vida tem e sempre teve trilha sonora, e é engraçado que no meio de uma guerra, na minha cabeça ficam passando músicas.
"Dos nossos planos é que tenho mais saudade... Quando olhávamos juntos na mesma direção". Ops! Quase me esqueci, nunca olhamos na mesma direção. Eu olhava pra você e você olhava pela janela.
E todos aqueles teus defeitinhos que por vezes me incomodavam, ao meu ver, eram facilmente sanáveis ou completamente aceitáveis. Mas para você, os meus defeitos, inúmeros, imensos e intragáveis, impossibilitavam qualquer relacionamento. E o que eu sempre imaginei que um abraço e umas boas risadas curariam, para você não tinha remédio.
"Às vezes parecia que de tanto acreditar em tudo que [eu] achava tão certo, teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais, faríamos floresta do deserto e diamantes de pedaços de vidro..."
E de repente o que para mim era tão simples, para você foi um erro.
E eu só esperava que você sorrisse e dissesse: "Eu gosto de você também."
"Você espera respostas que eu não tenho mas não vou brigar por causa disso"
Não mais que de repente
16 de abril de 2013 às 22:35
Porque de repente me vi com saudade de mim.
De repente me levaram a pensar em tudo que não foi, que não fui, que não sou. Aquilo que desejei e não conquistei. Aquilo que perdi. O que sonhei e não tive, não tenho. Mas pior que isso, me levaram a pensar que talvez eu nunca tenha. Pior que isso, me disseram que não passa de utopia, um conto de fadas bobo.
De repente me fizeram ter medo.
De repente me fizeram chorar.
De repente o que sou, o que desejo, o que espero, nada disso importa.
De repente as palavras se calam.
De repente o corpo dói, os sonhos doem.
De repente, não mais que de repente.
Porque de repente me vi com saudade de mim.
De repente me levaram a pensar em tudo que não foi, que não fui, que não sou. Aquilo que desejei e não conquistei. Aquilo que perdi. O que sonhei e não tive, não tenho. Mas pior que isso, me levaram a pensar que talvez eu nunca tenha. Pior que isso, me disseram que não passa de utopia, um conto de fadas bobo.
De repente me fizeram ter medo.
De repente me fizeram chorar.
De repente o que sou, o que desejo, o que espero, nada disso importa.
De repente as palavras se calam.
De repente o corpo dói, os sonhos doem.
De repente, não mais que de repente.
De repente
9 de março de 2013 às 00:24
Até bem pouco tempo eu não sabia o que era sentir ciúmes
Até bem pouco tempo achava que TPM era fingimento
Até bem pouco tempo era mais fácil mudar de ideia do que de roupa
Até bem pouco tempo tudo parecia simples, rápido e indolor
De repente surgiu você
E a voz não sai
De repente surgiu você
E eu não sei o que vestir
De repente surgiu você
E eu perdi o controle da tv
De repente surgiu você
E eu não lembro quais filmes queria ver
De repente surgiu você
E a sabe tudo não sabe nada
De repente surgiu você
E amarelo, marrom, rosa e branco ficam bem
De repente surgiu você
E monstros no armário e embaixo da cama
De repente surgiu você
E o medo do escuro
De repente surgiu você
E Vinícius de Moraes fez sentido
"Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
... eu não existo sem você"
Até bem pouco tempo eu não sabia o que era sentir ciúmes
Até bem pouco tempo achava que TPM era fingimento
Até bem pouco tempo era mais fácil mudar de ideia do que de roupa
Até bem pouco tempo tudo parecia simples, rápido e indolor
De repente surgiu você
E a voz não sai
De repente surgiu você
E eu não sei o que vestir
De repente surgiu você
E eu perdi o controle da tv
De repente surgiu você
E eu não lembro quais filmes queria ver
De repente surgiu você
E a sabe tudo não sabe nada
De repente surgiu você
E amarelo, marrom, rosa e branco ficam bem
De repente surgiu você
E monstros no armário e embaixo da cama
De repente surgiu você
E o medo do escuro
De repente surgiu você
E Vinícius de Moraes fez sentido
"Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
... eu não existo sem você"
O que eu quero
6 de maio de 2012 às 00:26
Porque um cheiro no meio do dia ou um "rolê" na sexta a noite não significam nada, e de coisas sem significado já estou cansada.
O que eu quero mesmo, ou melhor, o que preciso é de alguém pra andar de mãos dadas, pros almoços de domingo, pra assistir filmes no sofá, pra planejar um final de semana e as férias.
Preciso de alguém para me acompanhar nas promoções do peixe urbano ou groupon, aos raros shows que quero assistir, ou comer um pastel na feira de quinta a noite.
Preciso de alguém que saiba que meu nome é com "Z", "SCH", alguém que saiba que não gosto de usar perfume, que não precisa concordar comigo em tudo, que saiba das coisas que gosto, mesmo que não goste.
"Quero ter alguém com quem conversar, alguém que depois não use o que eu disse contra mim..."
Preciso de alguém que ouça minhas baboseiras, se necessário, até o sol sumir e aparecer novamente.
Alguém pra encher bexigas em junho, alguém que tire a Maria Luiza do carro e a coloque na cama depois de um passeio.
Tudo bem, pode ser que eu queira demais, mas menos que isso pra mim é nada.
Roda Viva
2 de maio de 2012 às 23:44
Em dias como hoje me pego a perguntar se "a gente estancou de repente ou foi o mundo então que cresceu"...? Em maio do ano passado a Helo Benetti fez um bate-volta por aqui, e dissemos que faríamos e aconteceríamos se ela viesse morar em Maringá. Ela veio. O ano passou. E dá pra contar nos dedos as poucas vezes que nos vimos ou nos falamos nesse tempo. Na casa da Laudi então, nunca mais fui. A Kelre, depois do natal, só nos vimos atrasadas, correndo pro trabalho ou pro ônibus. Nunca fui a Cruz Alta. A Julinha vai fazer 4 anos e ainda não a conheci. A Maria Luiza toda semana pergunta quando vai na casa da Duda e da Maria Clara. A falta que sinto dos meus amigos é tão grande quanto a saudade que sinto de mim mesma. Tenho um e-mail há cerca de um mês esperando resposta na minha caixa de entrada e ainda não encontrei tempo ou palavras para respondê-lo. Evito olhar pro outro lado da sala e ter que sentir, pensar, dizer alguma coisa. O Christian disse que estou em uma zona de conforto, mas só eu sei como é desconfortável estar em mim. E então sinto falta do passado... porque o passado é sempre perfeito, mesmo tendo dado tudo errado, está consumado e a gente lembra só do que foi bom... como na música do Leoni. As fotos, as cartas, o cheiro, as lembranças... lembranças, tem horas que acho que é só disso que vivo. Tenho férias vencidas e é torturante, não sei o que fazer, não pertenço mais a lugar algum, não tenho mais quem me espere na rodoviária as 4 da madrugada ou quem coloque a mochila nas costas e me acompanhe. Não precisávamos de tempo, não tínhamos dinheiro, estar junto bastava. Sim, foi perfeito. "O preço que se paga às vezes é alto demais..."
Peço desculpa aos amigos pela inércia, mas eu realmente não sei o que fazer. Eu não sei, acho que é a frase que mais uso, junto com Eu não posso. Mas eu realmente não sei. Eu juro que queria estar sempre sorrindo, dar bom dia a passarinho, fazer planos e cumprir, ter programas legais no mínimo todo final de semana, ligar e falar coisas boas, estar sempre animada, entre tantas outras coisas. Conhecer as filhas/os das amigas/os, das primas/os, marcar passeios sorridentes e saltitantes... alguns já tem 6 anos. Mas eu não consigo. Eu queria não ter que levantar quando o despertador toca. Queria não ter que escolher que roupa vestir. Só queria ficar ali, quentinha e quieta, com meu cobertor.
Escusa-me...
29 de março de 2012 às 21:29
Me desculpe se eu não sei o que dizer
Me desculpe se às vezes o que sinto não cabe em mim
Me desculpe se o tempo todo imagino conversas, momentos
Me perdoe por fantasiar tanto
Me perdoe por desejar que a realidade seja diferente, colorida
Me perdoe se o desejo de ouvir certas coisas me sufoca
E se o não ouvir me maltrata tanto
Me perdoe por ser assim tão fraca, tão boba
Me desculpe pela pressa, pela impaciência, pela falta de jeito
Me desculpe por confundir tudo
Me desculpe por querer enxergar coisa onde não tem
Me perdoe pela minha tristeza ao ver que é tudo imaginação
Me perdoe por parecer mais louca nessa hora
Me desculpe por querer que as coisas sejam mais simples
Me perdoe por chorar ao ver que não são
Me desculpe por querer as coisas mais claras
Me desculpe por não querer ver mais nada
Me desculpe por querer mais que isso
Me desculpe por achar que pouco é pior que nada
Me perdoe por odiar o quase, o talvez, o quem sabe
Eu também tenho raiva de sentir tudo isso
Eu tenho raiva de fechar os olhos e sonhar
Tenho raiva de abrir os olhos e ver que nada daquilo existe
Eu odeio quando tento esquecer e me fazem lembrar
Eu odeio te ver tão bem e saber que não faço parte disso
Odeio sentir ciúmes, odeio sentir falta, odeio querer
Odeio saber, não saber, não saber se sei ou se não sei
Detesto não saber dizer o que sinto
Detesto ainda mais querer dizer
Porque pouco importa
Me desculpe se eu não sei o que dizer
Me desculpe se às vezes o que sinto não cabe em mim
Me desculpe se o tempo todo imagino conversas, momentos
Me perdoe por fantasiar tanto
Me perdoe por desejar que a realidade seja diferente, colorida
Me perdoe se o desejo de ouvir certas coisas me sufoca
E se o não ouvir me maltrata tanto
Me perdoe por ser assim tão fraca, tão boba
Me desculpe pela pressa, pela impaciência, pela falta de jeito
Me desculpe por confundir tudo
Me desculpe por querer enxergar coisa onde não tem
Me perdoe pela minha tristeza ao ver que é tudo imaginação
Me perdoe por parecer mais louca nessa hora
Me desculpe por querer que as coisas sejam mais simples
Me perdoe por chorar ao ver que não são
Me desculpe por querer as coisas mais claras
Me desculpe por não querer ver mais nada
Me desculpe por querer mais que isso
Me desculpe por achar que pouco é pior que nada
Me perdoe por odiar o quase, o talvez, o quem sabe
Eu também tenho raiva de sentir tudo isso
Eu tenho raiva de fechar os olhos e sonhar
Tenho raiva de abrir os olhos e ver que nada daquilo existe
Eu odeio quando tento esquecer e me fazem lembrar
Eu odeio te ver tão bem e saber que não faço parte disso
Odeio sentir ciúmes, odeio sentir falta, odeio querer
Odeio saber, não saber, não saber se sei ou se não sei
Detesto não saber dizer o que sinto
Detesto ainda mais querer dizer
Porque pouco importa
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