16 de abril de 2013 às 22:35
Porque de repente me vi com saudade de mim.
De repente me levaram a pensar em tudo que não foi, que não fui, que não sou. Aquilo que desejei e não conquistei. Aquilo que perdi. O que sonhei e não tive, não tenho. Mas pior que isso, me levaram a pensar que talvez eu nunca tenha. Pior que isso, me disseram que não passa de utopia, um conto de fadas bobo.
De repente me fizeram ter medo.
De repente me fizeram chorar.
De repente o que sou, o que desejo, o que espero, nada disso importa.
De repente as palavras se calam.
De repente o corpo dói, os sonhos doem.
De repente, não mais que de repente.
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